Passo a passo nesse palco Ganhamos espaço, de lutas compradas Cientes da dor, Cientes dos infortúnios Das desilusões Contra o mundo se preciso for!
Juntando pelo caminho Pedaços de mim, dos meus sonhos De encantos retirados de versos já cantados. Que nas lutas espalhados Não se desistam desses traços
Que por nós conhecidas Como meta a felicidade Parece não ter mais luta De um processo sem descanso De um processo sem estradas Por um caminho de faixadas
Se confudem com a chegada De quem atenta a essa espera Ao ver nascer em leve descanso cravada bandeira de eco ao campo Guerrilheiros esclarecidos Em dias de luta... Dias de luta
Vou passear, vou me encontrar por aí Me dividir, dizer para o não o que é sim Quem sabe assim tudo possa mudar Nessa minha vida em que o tudo é rotina E que o nada é novidade para mim
Confio nos vários dias que virão
Eu quero sim, nadar pelas ruas Todas cheias das águas dessa chuva Vou flutuar, vou me entregar para o meu fim Quem sabe assim, essa luz que surge de dia Possa surgir aqui dentro de mim.
Fito-lhe incessantemente. Busco-te em pensamentos descontentes. Vejo-te só na multidão incandescente. Estendo-lhe a mão e sorris alegremente.
Ardendo em desejo, nos amamos incontrolavelmente. Euforicamente nos entregamos tão naturalmente. Sem restrições, deixamos passar inconseqüentemente. E agora sozinhos temos que nos calar, mesmo que aparentemente.
Fomos vítimas de maus presságios, questionados levianamente. Perdemos a confiança em um momento, rompemos em abandonamento. E ao chorar o sofrer desse desapontamento, decidimos pelo afastamento.
Passado o tempo, não precisa mentir tão intensamente. Quando me vires na rua,... Lembra que foi intencionalmente. Ninguém tem culpa, o amor entre nós se deu inocentemente.
Trazendo o tema “O Pará mostra suas raízes”. Deu-se início, no último domingo ao XX FESTIVAL INTERNACIONAL DE MÚSICA DO PARÁ, totalmente gratuito em todos os seus espetáculos.
Trazendo um repertório sinfônico de altíssima qualidade, o festival já fez assíduos fãs, haja vista que mesmo a falta de divulgação não privou o festival de receber em sua abertura a presença de seu fiel público.
Sobre o comando do regente Mateus Araújo que já encanta os paraenses ha algum tempo, a noite decorreu de forma mágica. Ouvir uma breve introdução de “O Guarani”, obra que imortalizou Carlos Gomes, ao início de cada apresentação no theatro, enche de orgulho quem o visita. O próprio regente fez questão de citar e decorrer a cerca da apresentação, que trouxe as seguintes obras:
Essa foi a primeira apresentação. Uma obra curta, porém bastante singular. E é claro que assim o seria, afinal Gershwin a compôs após uma estada em Havana, o que faz com que os instrumentos folclóricos cubanos tenham toda a sua sonoridade expressa; como disse o regente: ”... vocês irão sentir os ventos, ouvir as ondas...” e de fato isso acontece, de forma irreconhecível, perfeita e resoluta. Talvez a visão norte-americana da cultura latina, mas enfim, vibrante.
ADAGIO PARA CORDAS (1938)_ Samuel Barber (1910-1981):
A conhecida obra que traz um lirismo tão intenso, ..., sim intenso, é capaz de fazer o mais frio dos corações sentir sua dor. É sua obra mais conhecida e difundida em grandes espetáculos, filmes (platon, o homem-elefante...). Uma verdadeira marcha fúnebre, uma melodia sem igual, impossível transformar em idéias seu romantismo tão poético, inspirador. Uma obra que toca cada um que a ouve, realmente um legado.
TRÊS DANÇAS PARA ORQUESTRA (1949)
DANÇA SELVAGEM_DANÇA NEGRA_DANÇA BRASILEIRA_
CAMARGO GUARNIERI (1907-1993): Em defesa de uma arte Brasileira autêntica, foi possível ver o regente se emocionar ao falar sobre o Maestro. Mozart Camargo Guarnieri faleceu a 13 de janeiro de 1993, aos 85 anos, em São Paulo, logo após ter sido agraciado com o prêmio "Gabriela Mistral" pela OEA (Washington), considerado o Nobel das Américas, com o título de "Maior Compositor Contemporâneo das Três Américas".
Tivemos um pequeno intervalo, onde os três sinos do teatro puderam ser ouvidos a longe.
Então veio a segunda parte, obras de Antonin Dvořák (1841-1904).
SINFONIA no9 EM MÍ MENOR, op.95”Do Novo Mundo”(1893)
ADAGIO – ALEEGRO MOLTO
LARGO
SCHERZO: MOLTO VIVACE
ALLEGRO COM FUOCO
As composições de Dvořák têm estilos muito próprios, com grande riqueza melódica e colorido orquestral. Seguindo de pontos fortes e ao mesmo tempo melódicos, triunfantes, como em uma cena de um rei tomando posse sua coroa.
É barulhento (no bom sentido), cheio de altos escalões. Fazendo da orquestra algo grande.
Natural e espontânea, sua obra revela-se, sobretudo na sua fresca, sadia e abundante invenção melódica.
E assim foi a abertura do Festival, que perdurará mais uma semana em 8 locais distribuídos pela cidade, são eles:
*Theatro da paz
*Igreja de Sto. Alexandre
*São José Liberto
*Art Doce Hall
*Carlos Gomes – sala Ettore Bosio
*CCBEU – cine teatro
*Praça Batista Campos
*Hangar – encerramento
O que é mais maravilhoso em tudo, como já falou o início. ENTRADA FRANCA
Delicie-se com qualidade, não deixe de assistir esse espetáculo.
Sexta-feira, 25 de Maio de 2007
As palavras que não foram ditas, estavam nos meus olhos escritos, porém você não os enxergou.
Segunda-feira, 21 de Maio de 2007
As oportunidades são verdades que devemos encarar a todo custo
Uma merecida homenagem para quem é muito importante para mim.
Especial, alguém para se regar a cada manhã, a cada hora, a cada instante. Um achado raro, um elemento para se guardar a sete chaves, até para se esconder a fim de que as intempéries da inveja, do rancor, da desilusão não te atinjam. Infelizmente terás que passar e enfrentar todas essas coisas e só depois disso saberás realmente em quem confiar.
Quando depositamos, excessivamente, confiança ou expectativas em uma pessoa, o risco de nos decepcionarmos se torna muito grande. As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas e vontades, assim como não estamos aqui para satisfazer as delas. Nós na verdade, podemos até beber do mesmo vinho, mas nunca na mesma taça. Temos que procurar nos bastar e reconhecer essa verdade... Nos bastar sempre e, quando procuramos estar com alguém, devemos fazer isso, cientes de que estamos junto porque AMAMOS, gostamos, queremos e nos sentimos bem, e nunca por achar que precisamos daquela pessoa ao ponto de não conseguirmos viver sem ela, e jamais permitir que a outra pessoa desenvolva tal sentimento por nós. Devemos viver por nós, sempre buscando o propósito da nossa existência. Aprendamos com as cordas do violão, que são independentes, mas juntas, cada uma fazendo a sua parte, constroem as mais belas melodias. As pessoas se completam não por serem metades, mas por serem pessoas inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e. VIDA! POR ISSO NUNCA SE ABANDONE!”
Esse amor que me destes antes de nascer. Antes mesmo de me ver, já podias dizer. Antes mesmo de te ver e pude agradecer. Nos teus braços inquebrantáveis, te reconhecer. Em teu choro de felicidade; o meu por saber. No orgulho que em ti crescias, no meu a desenvolver. A chave da tua felicidade, o despertar do meu crescer.
Mãe...
A face materna de Deus...
A mesma que nos molda.
O que somos se não o que nossas mães fazem de nós?
Que nos dão mais que amor, preenche-nos com sua vida.
Sacrificando suas vontades para o crescimento de
Quem acompanhou mais que qualquer outro,
Mais que a si mesma.
Ficam versos livres cheios de objetivo
De um despretensioso escrevente...
Em seu olhar encontrei aceitação. Em seu sorriso encontrei conforto. Em seus braços encontrei abrigo. Em seus atos encontrei justiça. Em seus pensamentos encontrei bondade. Em seus conselhos encontrei verdades. Em suas verdades encontrei confiança. Em seu viver encontrei AMOR________MÃE. ____________________________________________
Homenagem à minha mãe... Solange
Que é nada mais, nada menos que MINHA mãe mais nada a declarar... (huhauahuhua)
Fiz-me turista de uma terra que já há algum tempo me chamava atenção. Terra das bailarinas. Terra encantada de cores infindas. Terra mágica pelo ar de beleza que exala das pessoas, dos espetáculos.
Não sei se fui convidado a entrar em tal universo. Só sei que quando me achei nele já estava. Não tinha como voltar atrás sem tentar explorar os mistérios, o cosmos de tão belo lugar. Com argúcia analisei e contemplei o que meus olhos conseguiam captar e o que meu ser quis internalizar.
Andei. Andei. Parei. Corri. Adormeci. Encantei-me. Vi, no entanto, que nem tudo ali eram rosas. Havia no espírito daquele espaço a dor. Uma dor não desnecessária. Uma dor fruto da perfeição que todas buscavam. Diria sem erro que era uma dor em prol da arte, um sentir real ao mesmo tempo artístico.
O que ao longe era um espetáculo, no íntimo daquelas servas de Apolo¹ era um sacrifício. Não era em vão os dedos doloridos pelo lançar-se sem medo ao alto. Era a expressão do desejo de se atingir um objetivo focado sem poupar esforço, no caso encantar o público. A vida, assim como as bailarinas, também quer nos proporcionar perpétuo encantamento. Por isso digo que bailarina e vida são coisas relacionadas, falar-se em uma delas é falar, por extensão, da outra, são termos que se confundem, são sinominais.
Uma vontade em buscar e desbravar o novo deve fazer parte da nossa vida; temos que encará-la com mais ousadia, como um elemento dinâmico que, como afirmou Heráclito ² , está sempre se renovando e que nunca mais será a mesma. Nossa missão é a de fazer com que esta renovação seja positiva, nos faça crescer; porém, infelizmente, ainda que sob o efeito do “ar de bailarina” nos trancafiamos a uma incompleta e perigosa estabilidade; ainda somos cúmplices de um vínculo pernicioso com uma realidade que censura nossos sonhos, limita nosso agir, não nos deixa saltar, mudar de rumo.
Prego que nos revistemos da audácia de uma bailarina. Que façamos dos seus passos delicados, mas determinados, os nossos. Que moldemos nossos olhos aos dela. Dizem ser olhos de altivez, mas não é. É um ver a vida como um sempre a se conhecer, como um aspecto contínuo de que tudo é transitório. Ela olha sempre para cima porque o que já se passou não mais lhe interessa; o contemplar dela não se prende a momentos que a fizeram sofrer, tanto é que sempre está a pular, a sorrir. Sorriso como molde de uma filosofia de vida. Filosofia da arte. Bailarina vive a arte, ela é arte. Bailarina, nesse sentido, é uma estética humana muitas vezes não apreciada, não seguida, mas viva, que carrega em suas entranhas uma inquietação pelo sempre romper com o estabelecido. Ela é a anarquista do mundo conformista.
Tentei definir o que é uma bailarina. Não consegui. Não é possível, é algo indefinível. É um Ser-arte, algo para se admirar. Tive toda esta impressão ao conhecer uma bailarina. Adentrei, como falei no início, num mundo sem ser convidado, não me arrependi, pois sensações que há muito não sentia voltaram como que estivessem regressando de uma terra longínqua para se firmarem em definitivo. Fui sacudido a viver, fui exortado a agir, a fazer do meu cotidiano contornos imprevisíveis, buscando única e simplesmente a essência da felicidade. Assim o fiz. Tudo isso proporcionado por uma bailarina. Que sigamos seu caminho e suas intuições...
Vivi muitos anos sozinho Sonhando calado Meus sentimentos íntimos Em meu coração trancado
Depois de tanto pensar E de muito te amar Resta-me agora declarar-me E esse lindo amor compartilhar Quero dizer agora O que por tanto tempo eu retive Exagero não, não. E muito menos uma falsa emoção
O que eu sinto Por você Tão real como a brisa Que te acaricia a pele E tão misterioso como a vida
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AO MESMO TEMPO
Todos os dias são dias iguais Todas as noites são noites a mais Acordo e penso, começo a odiar. E perco meu tempo em me desprezar.
Perdido estou no meu próprio caminho E há muito tempo to andando sozinho A minha luz, já se apagou... E eu nem quero enxergar onde estou.
Todo meu tempo espero em vão... Alguma força que me tire do chão. O tempo passa e eu morro calado Paranóico de coração machucado.
Já me cansei de ter ficado feliz E me arrependi por tudo que não fiz Eu deito no chão e tento esquecer Mas o tempo fecha e começa a chover.
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“Calado coração” e “Ao mesmo Tempo”, respectivamente, foram escritos na mesma hora, distinguem-se ao nome, ao tempo, a forma.
Mas não se distinguem em vidas, emoções, momentos e sanções.
Não é sempre que se vê, ouve ou contempla alguma coisa dessa dimensão...
“Shadow of the Colossos”, traz do antigo o novo. Da lenda, do mito, a transformação da realidade.
Poucos ou quase nenhum jogo... Cumpre com tanta perfeição esses quesitos, tudo que possa dizer-se é pouco e bem difícil seria chegar próximo a essa resolução.
A história começa quando um personagem sem nome, também chamado por WANDERER (andarilho), chega montado a cavalo a uma terra linda e desconhecida, uma terra esquecida, uma terra de ninguém, cheia de fabulosos penhascos e deformações naturais que fazem da mesma algo surreal. Uma jornada inesquecível. Um mundo gigantesco com milhas de uns terrenos majestosos, cada penhasco ou cachoeira. Tudo é deslumbrante. Tudo é impressionante.
WANDERER traz consigo uma mulher, que a essa altura não sabemos se é sua amada, irmã, mãe, enfim... Ela apenas está morta e o que se percebe é que ele pretende traze-la de volta a vida.
WANDERER chega a esta terra através de uma imensa e extraordinária ponte, imagem essa que vive em cada subconsciente, umas das mais belas imagens que já presenciei em games.
A ponte leva a um templo, onde se inicia um diálogo com uma voz estridente e rústica que parece vir de dentro do templo. Os diálogos são básicos e suficientes, nesse diálogo o garoto explica que a menina em questão (também não recebe um nome) morreu de forma injusta, e o mesmo fará tudo o que for possível para restaurar a vida dela, pois acredita que a “voz do templo” tenha esse poder. A voz responde que isso pode ser possível, porém, há “um preço a se pagar” e “uma tarefa a se cumprir”. A tarefa em questão é acordar e derrotar todos os dezesseis Colossos, criaturas magníficas, tanto em tamanho quanto em complexidade e beleza. Assim tem início o jogo.
Complexo em toda a sua simplicidade, lindo, marcante.
“Mate os 16 colossos e traga a vida ao que já é morto”,
Simples não?
A partir daí, o mundo é seu, caminhe, cavalgue, corra e salte por uma imensidão cheia de cores e tratados naturais que percorrem linha a linha gráficos impressionantes. Não há inimigos menores a derrotar, vez ou outra aparecem pássaros, lagartos atravessando desertos. Tudo que tem vida é você, seu cavalo (AGRO) e o mundo. Você é livre.
Refletindo a luz do sol em sua espada é possível localizar os Colossos, e quando está frente a frente com eles, temos a impressão de que estão vivos ali, donos de corpos magistrais, presos por uma deformidade natural, presos atrás de olhos sem sobrancelhas ou pálpebras que transmitem uma expressão tão sutil, tão “penosa”, olhos cheios de um “por quê?”. Com certeza existem sentimentos naquele olhar.
Criaturas que estavam ali, sem fazer mal a ninguém, mas que merecem ser mortas por motivos pessoais ou não. Tem que ser mortas.
***
Para vencer cada Colosso, é preciso encontrar pontos espalhados, pelos imensos corpos, que devem ser escalados passo a passo, táticos ou força, mas devem ser escalados. A soma de precisão e habilidade entra em cena para fazer os gigantes tombarem.
A luta se desenrola ao som de orquestras maravilhosas e ornamentadas, nem dá vontade de derrotar o Colosso só para ouvir mais das músicas, só para ver os movimentos dos gigantes ornamentados com tantos detalhes e realismos, que se torna difícil dar o golpe de misericórdia diante de tanto sofrimento das bestas perante um ataque.
Dá vontade de fazer o jogo durar para sempre.
Não apenas jogue, sinta esse imensidão, que é descobrir o mundo de “shadow of the colossus”, a maior experiência com um controle de PS2 na mão.
Essa minha poesia... Quem me dera soubesse escrevê-la. Poética. Quem me dera fosse, para mim, a melhor. Ética. Que não dissesse nem verdades nem mentiras. Cética. Fosse dentre todas a mais bela. Estética. Somasse todos os meus sentimentos numa única razão. Aritmética. Mas não sei fabricá-la dentro de uma ordem. Alfa/ bética. Queria tratar do nada, da dor, da flor, do tudo. Eclética. Que minhas palavras alimentassem sonhos e esperanças. Profética. Queria falar do Sol, da Lua, da dança. Frenética. Não sou um ser pré/determinado bio/poetica/mente? Genética. Queria ser poeta natural, brincar com a palavra artificial. Sintética. Mas não sei fazer poesia, fabricar sentidos, des/velar sentimentos, Pois fiquem com o que não consigo expressar Inter/locutor de poeta ama/dor Mas será que todo poeta ama a dor? Poeta categoria amador, que ama a cor, que ama a flor, e até ama a dor...
Um dia estarei longe, e meu rosto só verás em fotos. Um dia levantarás cedo, e lembrarás que cedo não me tens mais. Um dia precisará de algo, e verás que do pouco lhe falta muito. Um dia ouvirás um NÃO, e recordarás que de mim só ouvias SIM. Um dia tentarás falar, porém não estarei mais aqui. Um dia vais querer me ouvir, e minha voz terás à lembrança. Ao fim dos dias pensarás melhor. Ao fim dos dias saberás assim. Estive ao teu lado todos os dias, e você esteve longe de mim. Você me mudou todos os dias, e depois mudou de mim.
Se um dia deixarmos de falar, saberei que é passageiro. Juramos sempre haver amizade E enquanto houver amizade, pediremos perdão.
Se um dia nosso tempo acabar A amizade vai durar E lembraremos pra sempre nosso bem estar
Se um dia eu for embora, Nossa amizade verdadeira, não vai deixar nos afastarmos. E outra vez ao teu lado vou estar.
Se um dia, morrermos, como amigos. Ainda sobrará amizade E nossas gerações vão brindar essa amizade.
Se um dia tudo mesmo acabar. A gente vai dar um jeito de fazer tudo de novo. Sempre com uma diferença. Um jeito único, pra sempre.
Se um dia eu te perder, sem ter planejado Não te preocupas, logo vais me ter ao teu lado. Há uma só forma de viver, e é ao lado dos amigos. A forma que escolhi.
Foi uma jóia rara que passou pela minha vida Uma jóia rara que não se encontra em lugar algum
Todo amor um dia chega ao fim
Às vezes chegava a me assustar Sabia que não era o primeiro a ocupar seu coração Disso não fazia jogo Mas seu olhar bastava, sua companhia bastava
O controle ela detinha, o contrário nem pensar Tinha essa capacidade maravilhosa Do mais nada a reclamar Sem inferioridade, apenas aceitar
Ela nunca ia me adorar... Ficava feliz apenas com o fato de tê-la ao lado Certeza de um amor, ela tinha Amor a ela mesma
Fazia pouco caso, quando a enchia de elogios Mas sabia que massageava aquele EGO. Ela simplesmente não podia viver sem eles E eu sem reconhecê-los
Nada a emocionava, não adiantava dizer que a amava, que estava apaixonado Tudo isso ela sempre ouviu Melhor do que dizer que a ama, era reconhecer: você é espetacular Sem maneiras delicadas, porém tão suave... Que chegava a ser um enigma
Capaz de separar as pessoas ao seu redor Capaz de unir as pessoas ao seu redor